Revisão V — Lições 151 e 152
365 Dias com Um Curso em Milagres
Uma Jornada de Treinamento da Mente, Perdão e Paz Interior
ENTRAMOS AGORA NA REVISÃO V
Depois da Lição 170, o Livro de Exercícios inicia uma nova etapa:
REVISÃO V
A partir daqui, cada prática será envolvida por uma ideia que funcionará como:
eixo,
lembrança,
princípio unificador
e:
referência para todas as lições revisadas.
Essa ideia é:
“DEUS É SÓ AMOR E, PORTANTO, EU TAMBÉM.”
A introdução da revisão explica que estamos nos preparando para:
uma nova fase de compreensão.
Somos convidados a praticar com:
mais sinceridade,
mais firmeza
e:
maior disposição para recordar nosso verdadeiro Ser.
A LIÇÃO 171 REVISA DUAS IDEIAS
Hoje revisitamos:
“TODAS AS COISAS SÃO ECOS DA VOZ POR DEUS.”
e:
“O PODER DE DECISÃO É MEU.”
Mas agora essas duas ideias serão envolvidas pela lembrança:
“DEUS É SÓ AMOR E, PORTANTO, EU TAMBÉM.”
A formulação da Lição 171 aparece exatamente nessa sequência no Livro de Exercícios.
A ESTRUTURA DA PRÁTICA DE HOJE
A lição é apresentada assim:
DEUS É SÓ AMOR E, PORTANTO, EU TAMBÉM.
TODAS AS COISAS SÃO ECOS DA VOZ POR DEUS.
DEUS É SÓ AMOR E, PORTANTO, EU TAMBÉM.
O PODER DE DECISÃO É MEU.
DEUS É SÓ AMOR E, PORTANTO, EU TAMBÉM.
Esse formato não é:
decorativo.
Ele ensina que cada ideia revisada deve ser compreendida:
dentro do Amor.
A IDEIA QUE ENVOLVE TODAS AS OUTRAS
A Revisão V orienta começar e terminar cada período de prática com:
“Deus é só Amor e, portanto, eu também.”
A mesma lembrança deve acompanhar:
o despertar,
o decorrer do dia
e:
o momento de adormecer.
Assim, hoje não estamos apenas:
revendo duas frases.
Estamos aprendendo:
a colocá-las dentro de uma identidade.
“DEUS É SÓ AMOR”
Observe a palavra:
SÓ.
Não diz:
“Deus é principalmente Amor.”
Não diz:
“Deus é Amor, mas às vezes pune.”
Não diz:
“Deus ama quando somos bons.”
A ideia é:
DEUS É SÓ AMOR.
Dentro da estrutura de UCEM, isso exclui de Deus:
medo,
punição,
vingança,
condenação
e:
crueldade.
Isso conecta diretamente:
à Lição 170.
Ontem afirmamos:
“Não há crueldade em Deus e nem em mim.”
Hoje entendemos por quê:
se Deus é só Amor, crueldade não pode fazer parte Dele.
“E, PORTANTO, EU TAMBÉM”
Aqui está:
a consequência.
Se minha verdadeira identidade vem:
de Deus,
e Deus é:
somente Amor,
então aquilo que Ele criou não pode ter como essência:
aquilo que não está em Sua Fonte.
Por isso a revisão declara:
“DEUS É SÓ AMOR E, PORTANTO, EU TAMBÉM.”
ISSO NÃO SIGNIFICA “MEU COMPORTAMENTO É SEMPRE AMOROSO”
Essa distinção é essencial.
Podemos:
reagir com medo.
Errar.
Atacar.
Julgar.
Ser:
impacientes.
Mas a afirmação da revisão trabalha:
no nível da identidade.
Ela não diz:
“Tudo o que faço está certo.”
Ela diz:
“Aquilo que Deus criou em mim continua pertencendo ao Amor.”
SE MEU COMPORTAMENTO NÃO EXPRESSA AMOR, ELE PODE SER CORRIGIDO
Não precisa:
tornar-se identidade.
Talvez essa seja uma das grandes diferenças entre:
culpa
e:
correção.
A culpa diz:
“Você é o erro.”
O Amor diz:
“Veja o erro e escolha novamente.”
PRIMEIRA IDEIA REVISADA
“TODAS AS COISAS SÃO ECOS DA VOZ POR DEUS.”
Essa foi a ideia central da:
Lição 151.
Hoje ela retorna envolvida por:
“Deus é só Amor e, portanto, eu também.”
O QUE SIGNIFICA “ECOS DA VOZ POR DEUS”?
Não significa que:
tudo o que acontece
é literalmente:
uma mensagem divina.
Nem que:
todo comportamento humano
vem de Deus.
A prática nos convida a observar:
como interpretamos aquilo que percebemos.
A MENTE ESTÁ SEMPRE INTERPRETANDO
Um acontecimento ocorre.
Depois a mente diz:
“Isso significa abandono.”
“Isso prova que não sou suficiente.”
“Isso é uma ameaça.”
“Isso é uma oportunidade.”
O evento:
é uma coisa.
A interpretação:
é outra.
A LIÇÃO NOS CONVIDA A ESCUTAR ALÉM DA PRIMEIRA INTERPRETAÇÃO
Talvez eu veja:
um problema.
Mas possa perguntar:
“Existe algo que posso aprender aqui?”
Talvez eu veja:
um conflito.
Mas possa perguntar:
“Existe uma maneira mais amorosa de responder?”
Talvez eu veja:
uma perda.
Mas possa perguntar:
“Existe algo que ainda permanece?”
NÃO PRECISO CHAMAR O SOFRIMENTO DE “MENSAGEM DE DEUS”
Isso seria:
perigoso
e:
desnecessário.
Uma violência não precisa ser chamada:
“voz de Deus.”
Uma injustiça não precisa ser:
“planejada por Deus.”
A prática está mais próxima de:
“Posso permitir que minha percepção seja reinterpretada pelo Amor?”
O ECO NÃO É NECESSARIAMENTE O EVENTO
Pode ser:
aquilo que escolhemos ouvir através dele.
UMA EXPERIÊNCIA DIFÍCIL PODE TER MUITAS INTERPRETAÇÕES
Exemplo:
alguém rejeita você.
A primeira voz pode dizer:
“Você não tem valor.”
Outra interpretação pode dizer:
“Essa pessoa fez uma escolha que não define minha identidade.”
Ainda outra:
“Talvez isso abra outro caminho.”
A VOZ DO MEDO E A VOZ DO AMOR
Durante o dia, talvez seja útil perguntar:
“O QUE ESTOU OUVINDO AQUI?”
Medo?
Ou:
Amor?
Condenação?
Ou:
correção?
Ataque?
Ou:
orientação?
UM ECO DE AMOR NÃO PRECISA SER CONFORTÁVEL
Às vezes o Amor diz:
“Pare.”
“Coloque um limite.”
“Peça desculpas.”
“Saia dessa situação.”
“Você precisa mudar.”
Amor não é:
complacência.
TODAS AS COISAS PODEM SER USADAS PARA APRENDER
Mesmo uma situação que não foi:
criada pelo Amor
pode ser usada pela mente:
para aprender Amor.
Essa é uma aplicação cuidadosa e útil da ideia.
SEGUNDA IDEIA REVISADA
“O PODER DE DECISÃO É MEU.”
Essa foi a ideia da:
Lição 152.
Agora ela retorna:
dentro da lembrança de que Deus é só Amor.
O PODER DE DECISÃO NÃO SIGNIFICA CONTROLAR TUDO
Você não decide:
tudo que acontece.
Não controla:
outras pessoas.
Não controla:
o passado.
Não controla:
cada condição externa.
O poder de decisão trabalhado pelo Curso refere-se principalmente:
à escolha da mente.
POSSO NÃO ESCOLHER O EVENTO — MAS POSSO TRABALHAR COM A INTERPRETAÇÃO
Isso não significa:
culpar-se pelas circunstâncias.
Significa:
recuperar alguma liberdade interior.
POSSO ESCOLHER COMO RESPONDER
Talvez não imediatamente.
Talvez precise:
de tempo.
Mas posso aprender:
a responder em vez de apenas reagir.
ENTRE ESTÍMULO E RESPOSTA EXISTE UMA POSSIBILIDADE
Às vezes:
pequena.
Mas real.
Você pode:
parar.
Respirar.
Perguntar.
Escolher:
outra frase.
Outro tom.
Outro:
próximo passo.
O EGO GOSTA DE DIZER
“Não tenho escolha.”
Às vezes isso é verdadeiro:
em relação a uma circunstância externa.
Mas talvez ainda exista alguma escolha em:
como pedir ajuda,
como interpretar,
como estabelecer limites,
como cuidar de si,
como agir no próximo minuto.
A LIÇÃO NÃO É UMA ACUSAÇÃO
“O poder de decisão é meu” não deve se tornar:
“Tudo que aconteceu comigo foi escolha minha.”
Isso seria:
uma distorção.
Não escolhemos:
ser vítimas de crimes,
sofrer abusos,
determinadas doenças,
inúmeras circunstâncias externas.
A prática trabalha:
a possibilidade de escolha presente.
A PERGUNTA CORRETA É
“O QUE POSSO ESCOLHER AGORA?”
Não:
“Por que escolhi tudo que me aconteceu?”
A PALAVRA MAIS IMPORTANTE É “AGORA”
O passado:
aconteceu.
Talvez não possa:
ser alterado.
Mas neste momento você pode perguntar:
“O que faço com isso?”
O PODER DE DECISÃO VOLTA PARA O AMOR
É por isso que a frase:
“Deus é só Amor e, portanto, eu também”
envolve:
“O poder de decisão é meu.”
O objetivo não é:
poder pelo poder.
É:
usar a escolha para retornar ao Amor.
EU POSSO ESCOLHER ENTRE DUAS INTERPRETAÇÕES
Uma:
aumenta separação.
Outra:
aumenta paz.
Uma:
condena.
Outra:
corrige.
Uma:
ataca.
Outra:
estabelece limites sem destruir.
ESSA ESCOLHA NEM SEMPRE É FÁCIL
Mas pode ser:
praticada.
A REVISÃO V NOS CONVIDA A MAIS PROFUNDIDADE
A introdução diz que queremos fazer:
mais esforço
e dedicar:
mais tempo
à prática, porque estamos nos preparando para uma etapa mais profunda de compreensão.
Isso não significa:
tensão.
Significa:
compromisso.
A PRÁTICA NÃO É APENAS REPETIR PALAVRAS
A revisão afirma que as palavras são:
instrumentos.
Colocamos nossa fé:
na experiência que pode vir através da prática,
não:
apenas nos sons pronunciados.
Essa orientação é essencial.
NÃO TRANSFORME A FRASE EM MANTRA MECÂNICO
Repita:
lentamente.
Depois:
pare.
Observe:
o significado.
VÁ ALÉM DAS PALAVRAS
A revisão diz que usamos as palavras repetidamente para ir:
além delas,
até um significado que está:
além do som.
Então a prática pode ser:
frase → silêncio → experiência.
PRIMEIRO PERÍODO DE PRÁTICA
Comece com:
“DEUS É SÓ AMOR E, PORTANTO, EU TAMBÉM.”
Respire.
Depois:
“TODAS AS COISAS SÃO ECOS DA VOZ POR DEUS.”
Pergunte:
“O que o Amor pode me ensinar através do que estou vivendo?”
Depois:
“DEUS É SÓ AMOR E, PORTANTO, EU TAMBÉM.”
SEGUNDO MOVIMENTO
Agora diga:
“O PODER DE DECISÃO É MEU.”
Pergunte:
“Que escolha de percepção posso fazer agora?”
Depois:
“DEUS É SÓ AMOR E, PORTANTO, EU TAMBÉM.”
Permaneça:
em silêncio.
O AMOR É A MOLDURA
Pense na frase:
“Deus é só Amor e, portanto, eu também”
como:
uma moldura.
Dentro dela colocamos:
tudo.
O que acontece.
O que pensamos.
O que escolhemos.
SE MINHA INTERPRETAÇÃO LEVA AO ÓDIO
Talvez precise:
ser revista.
SE MINHA ESCOLHA EXIGE CRUELDADE
Talvez exista:
outra escolha.
SE MINHA CRENÇA DIZ QUE DEUS QUER ME PUNIR
Ela entra em conflito:
com a ideia central da revisão.
SE MINHA AUTOPERCEPÇÃO DIZ “SOU IRREPARAVELMENTE RUIM”
Ela também entra:
em conflito.
A IDENTIDADE VEM ANTES DA ESCOLHA
Se acredito:
“Sou medo”,
escolherei:
para defender o medo.
Se recordo:
“Fui criada pelo Amor”,
posso perguntar:
“Que escolha corresponde melhor a essa identidade?”
PRÁTICA PARA UMA DECISÃO DIFÍCIL
Antes de decidir:
pare.
Diga:
“DEUS É SÓ AMOR E, PORTANTO, EU TAMBÉM.”
Depois pergunte:
“Qual opção nasce mais claramente do medo?”
“Qual nasce de respeito, responsabilidade e paz?”
Não suponha que a escolha amorosa será:
mais fácil.
Às vezes é:
a mais firme.
PRÁTICA PARA CONFLITO
Quando estiver irritada:
não tente resolver imediatamente.
Diga:
“Todas as coisas podem ser reinterpretadas.”
Depois:
“O poder de decisão é meu.”
Pergunte:
“Quero atacar ou quero compreender o que realmente precisa ser feito?”
PRÁTICA PARA AUTOCONDENAÇÃO
Pensamento:
“Sou um fracasso.”
Pare.
Pergunte:
“Essa é a Voz do Amor?”
Provavelmente:
não.
Então:
“O poder de decisão é meu.”
Escolha uma formulação mais precisa:
“Algo não funcionou; posso aprender.”
PRÁTICA PARA CULPA
A culpa diz:
“Puna-se.”
O Amor pergunta:
“O que precisa ser corrigido?”
Escolha:
correção.
PRÁTICA PARA ANSIEDADE
A ansiedade produz:
centenas de cenários.
Diga:
“Não preciso decidir sobre um futuro que ainda não chegou.”
Depois:
“Que decisão existe agora?”
PRÁTICA PARA MEDO
Pergunte:
“Este medo contém informação prática ou está apenas repetindo uma ameaça?”
Se há:
risco real,
aja.
Se é:
antecipação,
volte ao presente.
PRÁTICA PARA RELACIONAMENTOS
Você talvez não possa decidir:
como a outra pessoa agirá.
Mas pode decidir:
quais limites manter,
o que comunicar,
se continuará determinada interação,
como cuidará de sua própria paz.
PRÁTICA PARA REJEIÇÃO
Não escolha:
“Isso prova que não sou amada.”
Talvez escolha:
“Uma pessoa não me escolheu; minha identidade não foi decidida por isso.”
PRÁTICA PARA TRABALHO
Quando algo der errado:
“Todas as coisas são ecos da Voz por Deus.”
Pergunte:
“Que informação isso está me dando?”
Depois:
“O poder de decisão é meu.”
Pergunte:
“Qual é o próximo passo mais responsável?”
PRÁTICA PARA DINHEIRO
Se existe:
uma dificuldade financeira,
não transforme espiritualidade em:
negação dos números.
Veja:
os fatos.
Depois pergunte:
“Que decisões concretas estão disponíveis?”
O poder de decisão também pode ser:
organização.
PRÁTICA PARA O CORPO
Se existir:
um sintoma,
não diga apenas:
“É uma mensagem espiritual.”
Cuide:
concretamente.
Procure:
avaliação quando necessário.
Depois observe:
que interpretações de medo está acrescentando.
AMOR E RESPONSABILIDADE CAMINHAM JUNTOS
Uma escolha amorosa:
não é necessariamente agradável.
Pode ser:
pagar uma dívida.
admitir um erro.
encerrar um relacionamento nocivo.
pedir ajuda.
mudar um hábito.
A VOZ DO AMOR NÃO É SEMPRE A VOZ QUE DIZ “SIM”
Às vezes diz:
NÃO.
A VOZ DO AMOR NÃO É SEMPRE A VOZ QUE DIZ “FIQUE”
Às vezes diz:
VÁ.
A VOZ DO AMOR NÃO É SEMPRE A VOZ QUE DIZ “ESQUEÇA”
Às vezes diz:
APRENDA.
A VOZ DO AMOR NÃO É SEMPRE A VOZ QUE DIZ “TUDO BEM”
Às vezes diz:
ISSO PRECISA SER CORRIGIDO.
MAS O AMOR NÃO PRECISA HUMILHAR
Esse é:
o critério.
O QUE ESTOU ESCUTANDO?
Ao longo do dia, pergunte:
“ESSA VOZ ME LEVA A MAIS MEDO OU A MAIS CLAREZA?”
“ELA ME LEVA À CONDENAÇÃO OU À CORREÇÃO?”
“ELA ME LEVA À PARALISIA OU A UMA AÇÃO RESPONSÁVEL?”
O QUE ESTOU ESCOLHENDO?
Pergunte também:
“ESTOU ESCOLHENDO A PARTIR DO PASSADO OU DO PRESENTE?”
“ESTOU ESCOLHENDO PARA PROVAR ALGO OU PARA SERVIR AO QUE É VERDADEIRO?”
A REVISÃO NÃO QUER MAIS PALAVRAS — QUER EXPERIÊNCIA
Isso é fundamental.
As palavras servem:
para chamar a mente de volta ao propósito.
A revisão diz que a convicção é buscada:
na experiência gerada pela prática,
não:
nas palavras em si.
UMA EXPERIÊNCIA PODE SER MUITO SIMPLES
Talvez:
um segundo de quietude.
Talvez perceber:
“Eu poderia ter atacado e não ataquei.”
Talvez escolher:
uma resposta mais clara.
Isso já:
transforma a prática em experiência.
PRÁTICA DA MANHÃ
Ao acordar, antes de entrar:
nas tarefas,
diga:
“DEUS É SÓ AMOR E, PORTANTO, EU TAMBÉM.”
Pausa.
Depois:
“TODAS AS COISAS SÃO ECOS DA VOZ POR DEUS.”
Pausa.
“DEUS É SÓ AMOR E, PORTANTO, EU TAMBÉM.”
Depois:
“O PODER DE DECISÃO É MEU.”
E finalize:
“DEUS É SÓ AMOR E, PORTANTO, EU TAMBÉM.”
Essa é a estrutura apresentada para a Lição 171.
DEPOIS DAS PALAVRAS, SILÊNCIO
Não tente:
pensar muito.
Deixe:
a ideia repousar.
PERGUNTA DA MANHÃ
“O QUE QUERO OUVIR HOJE: MEDO OU AMOR?”
SEGUNDA PERGUNTA
“QUAL DECISÃO MAIS PRECISA SER ENTREGUE À PAZ?”
PRÁTICA A CADA HORA
Pare.
Respire.
Diga:
“DEUS É SÓ AMOR E, PORTANTO, EU TAMBÉM.”
Depois escolha uma das duas ideias:
“Todas as coisas são ecos da Voz por Deus.”
ou:
“O poder de decisão é meu.”
Pergunte:
“O que esta hora está me oferecendo para aprender?”
QUANDO SURGIR UM PROBLEMA
Use:
três movimentos.
1. ESCUTE
“Que interpretação está surgindo?”
2. DISCIRNA
“Ela nasce do medo ou do Amor?”
3. ESCOLHA
“O poder de decisão é meu.”
QUANDO SURGIR UM JULGAMENTO
Diga:
“Talvez eu não esteja ouvindo tudo.”
Depois:
“Mostra-me outra maneira de perceber.”
QUANDO SURGIR IMPOTÊNCIA
Diga:
“Talvez eu não controle o acontecimento, mas existe alguma decisão disponível agora.”
Procure:
a menor escolha verdadeira.
QUANDO SURGIR CONFUSÃO
Não escolha:
por urgência.
Primeiro:
desacelere.
Talvez a escolha seja:
esperar.
QUANDO SURGIR A NECESSIDADE DE ATACAR
Lembre:
a Lição 170.
Pergunte:
“Estou escolhendo crueldade como proteção?”
Depois:
“DEUS É SÓ AMOR E, PORTANTO, EU TAMBÉM.”
EXERCÍCIO — DUAS VOZES
Escolha:
uma situação atual.
Escreva:
A VOZ DO MEDO DIZ…
Depois:
A VOZ DO AMOR PODERIA DIZER…
Não tente:
fazer a voz do Amor soar doce.
Faça-a:
clara.
EXERCÍCIO — O QUE ESTE ACONTECIMENTO PODE ME ENSINAR?
Escolha:
um evento difícil.
Pergunte:
“SEM DIZER QUE DEUS CAUSOU ISTO, COMO POSSO USAR ESTA EXPERIÊNCIA PARA APRENDER?”
Essa distinção é:
importante.
EXERCÍCIO — MEU PODER REAL
Faça duas colunas.
NÃO POSSO DECIDIR
- como o outro reage;
- mudar o passado;
- controlar todas as circunstâncias.
POSSO DECIDIR
- meu próximo passo;
- pedir ajuda;
- colocar um limite;
- como vou falar;
- se vou continuar alimentando determinada interpretação.
EXERCÍCIO — UMA DECISÃO PARA HOJE
Complete:
“A DECISÃO QUE POSSO TOMAR HOJE É…”
Faça:
pequena.
Concreta.
Realizável.
EXERCÍCIO — QUAL VOZ É ESTA?
Quando aparecer um pensamento forte, pergunte:
“ESSA VOZ USA MEDO PARA ME CONTROLAR?”
“ELA EXIGE PUNIÇÃO?”
“ELA GENERALIZA?”
“ELA ME TORNA MAIS CLARA OU MAIS CONFUSA?”
Observe.
EXERCÍCIO — VOLTAR AO AMOR
Escreva:
“NESTA SITUAÇÃO, O AMOR NÃO SIGNIFICA…”
Exemplo:
“tolerar abuso.”
Depois:
“NESTA SITUAÇÃO, O AMOR PODE SIGNIFICAR…”
Exemplo:
“afastar-me sem desejar vingança.”
EXERCÍCIO — O ECO NO COTIDIANO
Escolha três acontecimentos do dia:
um agradável,
um neutro,
um difícil.
Para cada um pergunte:
“O que posso aprender sobre minha mente através disso?”
EXERCÍCIO — A FRASE CENTRAL
Diante do espelho:
“DEUS É SÓ AMOR E, PORTANTO, EU TAMBÉM.”
Observe:
a resistência.
Talvez venha:
“Não sou.”
Não discuta.
Apenas perceba.
RESISTÊNCIA TAMBÉM É MATERIAL DE PRÁTICA
Pergunte:
“O que penso que prova que não sou Amor?”
Talvez:
um erro.
Uma reação.
Uma memória.
Depois:
“Isso precisa ser corrigido ou transformado em identidade?”
A IDEIA CENTRAL NÃO É UMA AFIRMAÇÃO DE AUTOELOGIO
Não significa:
“Sou maravilhosa.”
Ela aponta:
para origem.
Se minha Fonte é:
Amor,
minha verdadeira identidade não pode ser:
separada da Fonte.
ISSO VALE PARA O OUTRO TAMBÉM
Aqui a prática fica:
mais difícil.
Se digo:
“Deus é só Amor e, portanto, eu também”,
preciso lembrar:
que meu irmão compartilha a mesma Fonte.
Isso não apaga:
seu comportamento.
Mas impede:
que eu faça do erro toda a sua identidade.
PRÁTICA PARA UMA PESSOA DIFÍCIL
Pense nela.
Diga primeiro:
“DEUS É SÓ AMOR.”
Depois:
“E essa pessoa também não pode ser reduzida à imagem que meu medo fez dela.”
Você não precisa:
confiar.
Não precisa:
reconciliar.
Apenas:
não transformar o erro em essência.
O PODER DE DECISÃO TAMBÉM É ESCOLHER O QUE NÃO ALIMENTAR
Você pode decidir:
não repetir uma fofoca.
Não enviar:
uma resposta agressiva.
Não revisar:
compulsivamente uma discussão.
Isso também é:
poder.
O PODER DE DECISÃO NÃO É PODER SOBRE OS OUTROS
É:
responsabilidade sobre a própria mente.
QUANDO PERCO A PAZ, NÃO PRECISO ME CULPAR
Posso usar:
a perda da paz
como:
sinal.
“Preciso escolher novamente.”
O QUE OBSERVAR HOJE
Observe quando:
- interpretar rapidamente um acontecimento como abandono ou punição;
- atribuir a Deus acontecimentos cruéis;
- confundir “ouvir a Voz por Deus” com negar fatos;
- acreditar que não possui nenhuma escolha;
- confundir poder de decisão com controle sobre outras pessoas;
- culpar-se por circunstâncias que não escolheu;
- usar a ideia de escolha para invalidar trauma ou sofrimento;
- esquecer que a decisão principal é entre interpretações do medo e do Amor;
- repetir as frases mecanicamente sem permitir silêncio;
- pensar que ser Amor significa nunca precisar colocar limites;
- esquecer que o Amor também pode ser firme.
MARCADORES DA VOZ DO MEDO
- “Você não tem escolha.”
- “Tudo está perdido.”
- “Ataque agora.”
- “Você precisa controlar.”
- “Isso prova que Deus está contra você.”
- “Essa pessoa é inteiramente má.”
- “Você é seu erro.”
- “Só existe uma saída.”
- “Se não agir imediatamente, tudo acabará.”
- “O Amor é fraqueza.”
MARCADORES DA VOZ DO AMOR
- “Pare antes de decidir.”
- “Observe os fatos.”
- “Você não precisa se condenar.”
- “Existe um próximo passo.”
- “Coloque o limite necessário.”
- “Corrija sem atacar.”
- “Nem tudo precisa ser decidido agora.”
- “Você não controla o outro.”
- “Seu valor não depende deste resultado.”
- “Escolha novamente.”
PERGUNTAS PARA OBSERVAR A MENTE
- Que voz estou ouvindo com mais frequência?
- Confundo medo com orientação?
- Que acontecimentos interpreto como punição?
- Estou atribuindo a Deus algo que pertence ao medo humano?
- Onde sinto que não tenho nenhuma escolha?
- Que escolha realmente existe agora?
- Estou tentando controlar outra pessoa?
- Qual decisão posso tomar sobre minha própria resposta?
- Que interpretação gostaria de entregar?
- O que o Amor significaria nesta situação?
- O Amor exige um limite?
- O que significa para mim dizer “Deus é só Amor e, portanto, eu também”?
PRÁTICA DA MANHÃ — RESUMO
1. Comece com:
“DEUS É SÓ AMOR E, PORTANTO, EU TAMBÉM.”
2. Revise:
“Todas as coisas são ecos da Voz por Deus.”
3. Retorne:
“DEUS É SÓ AMOR E, PORTANTO, EU TAMBÉM.”
4. Revise:
“O poder de decisão é meu.”
5. Finalize:
“DEUS É SÓ AMOR E, PORTANTO, EU TAMBÉM.”
6. Depois permaneça em silêncio.
PRÁTICA AO LONGO DO DIA
Sempre que precisar:
volte à frase central.
A introdução da revisão explica que as palavras podem ser usadas para:
chamar a mente de volta ao seu propósito quando necessário.
Assim, quando se distrair:
“DEUS É SÓ AMOR E, PORTANTO, EU TAMBÉM.”
PRÁTICA NOS MOMENTOS DIFÍCEIS
Use:
quatro perguntas.
“O QUE ACONTECEU?”
“O QUE MINHA MENTE ESTÁ DIZENDO QUE ISSO SIGNIFICA?”
“ESSA INTERPRETAÇÃO VEM DO MEDO OU DO AMOR?”
“QUE DECISÃO POSSO TOMAR AGORA?”
Depois:
“DEUS É SÓ AMOR E, PORTANTO, EU TAMBÉM.”
PRÁTICA DA NOITE
A Revisão V orienta levar a frase central também:
ao adormecer.
Antes de dormir:
reveja o dia.
Pergunte:
“Que voz ouvi?”
“Onde escolhi medo?”
“Onde escolhi Amor?”
“Que decisão gostaria de fazer diferente?”
Não transforme:
a revisão em julgamento.
Apenas:
aprendizado.
Finalize:
“DEUS É SÓ AMOR E, PORTANTO, EU TAMBÉM.”
E descanse.
FRASES PARA USAR DURANTE O DIA
- “Deus é só Amor e, portanto, eu também.”
- “Todas as coisas são ecos da Voz por Deus.”
- “O poder de decisão é meu.”
- “Posso ouvir novamente.”
- “Posso escolher novamente.”
- “Não preciso confundir medo com orientação.”
- “Não preciso controlar o outro para recuperar meu poder.”
- “Minha escolha está na resposta que dou agora.”
- “O Amor pode ser firme.”
- “As palavras me conduzem à experiência, não são a experiência.”
A LIÇÃO 171 E A LIÇÃO 170
Na Lição 170 afirmamos:
“NÃO HÁ CRUELDADE EM DEUS E NEM EM MIM.”
Hoje a Revisão V oferece:
a explicação fundamental.
“DEUS É SÓ AMOR E, PORTANTO, EU TAMBÉM.”
Se Deus é:
somente Amor,
então crueldade não pertence:
à Sua natureza.
E se nossa identidade verdadeira vem:
Dele,
o medo e a crueldade não precisam:
definir aquilo que somos.
Agora voltamos a duas capacidades:
escutar
e:
escolher.
A sequência é:
Deus é Amor → posso aprender a ouvir o Amor → posso escolher a partir dele.
O QUE VEM NA LIÇÃO 172
A próxima revisão será:
LIÇÃO 172
envolvendo novamente:
“DEUS É SÓ AMOR E, PORTANTO, EU TAMBÉM.”
e revisando:
“A minha segurança está em ser sem defesas.”
e:
“Eu estou entre os ministros de Deus.”
Depois de hoje trabalharmos:
percepção
e:
decisão,
a próxima prática aprofundará:
segurança,
abandono das defesas
e:
serviço.
ESCOLHA DE HOJE
Hoje quero:
ouvir melhor.
Não quero acreditar:
automaticamente
em tudo o que minha mente diz.
Talvez uma voz diga:
“Ataque.”
Outra:
“Espere.”
Uma diga:
“Você não tem escolha.”
Outra:
“Existe um próximo passo.”
Uma diga:
“Deus está punindo você.”
Outra:
“Deus é só Amor.”
Hoje quero:
discernir.
E quando eu perceber que estou ouvindo:
medo,
não preciso:
me condenar.
Posso apenas dizer:
“Escolho novamente.”
Porque:
O PODER DE DECISÃO É MEU.
Não o poder:
de controlar o mundo.
Mas o poder:
de oferecer minha percepção a uma nova interpretação.
O poder:
de colocar um limite.
De pedir:
ajuda.
De esperar.
De:
não atacar.
De recomeçar.
De:
escolher outra vez.
E quero colocar todas essas escolhas dentro:
da mesma lembrança.
DEUS É SÓ AMOR E, PORTANTO, EU TAMBÉM.
ORAÇÃO DE ENTREGA
Pai,
hoje inicio:
esta nova revisão
com uma verdade simples:
TU ÉS SÓ AMOR.
Que eu aprenda:
o significado disso.
Porque ainda atribuo a Ti:
medo.
Punição.
Distância.
Silêncio.
Hoje quero:
questionar essas imagens.
Se Tu és:
só Amor,
então o que não é Amor:
não pode definir-Te.
E se sou:
Tua criação,
ajuda-me a recordar:
que meus erros não precisam substituir minha identidade.
Pai,
ensina-me:
a ouvir.
Minha mente escuta:
muitas vozes.
A voz:
do passado.
Do medo.
Da culpa.
Da pressa.
Da necessidade:
de aprovação.
Hoje peço:
clareza.
Que eu não chame:
medo de orientação.
Que eu não chame:
ataque de proteção.
Que eu não chame:
culpa de responsabilidade.
Que eu não chame:
controle de segurança.
Quando uma situação:
difícil surgir,
ajuda-me a perguntar:
“Como posso usar isto para aprender Amor?”
Não quero dizer:
que Tu causaste meu sofrimento.
Quero apenas:
não permitir que o sofrimento seja desperdiçado.
Que até um erro possa:
ensinar correção.
Que uma perda possa:
ensinar o que permanece.
Que um conflito possa:
revelar o que ainda preciso perdoar.
Pai,
recorda-me também:
O PODER DE DECISÃO É MEU.
Quando eu disser:
“Não tenho escolha”,
mostra-me:
aquilo que ainda posso escolher.
Talvez eu não controle:
a situação.
Mas posso escolher:
meu próximo passo.
Talvez não controle:
outra pessoa.
Mas posso escolher:
meus limites.
Talvez não consiga:
mudar o passado.
Mas posso escolher:
o que faço com ele agora.
Quando eu escolher:
mal,
não permitas que transforme isso:
em condenação.
Ensina-me:
a escolher novamente.
E que cada escolha seja envolvida:
pela mesma verdade.
DEUS É SÓ AMOR E, PORTANTO, EU TAMBÉM.
Ao acordar:
que eu me lembre.
Quando eu me perder:
que eu volte.
Quando eu tiver medo:
que eu volte.
Quando eu decidir:
que eu volte.
E antes de dormir:
que essa seja minha última lembrança.
Não quero apenas:
repetir palavras.
Quero atravessá-las
até encontrar:
o significado.
Até que minha mente reconheça:
aquilo que minha voz ainda está aprendendo a dizer.
DEUS É SÓ AMOR E, PORTANTO, EU TAMBÉM.
Amém.
FRASE PARA RECORDAR DURANTE O DIA
“Deus é só Amor e, portanto, eu também. Hoje quero observar as interpretações que dou aos acontecimentos, aprender a escutar além da voz do medo e recordar que, mesmo quando não controlo as circunstâncias, o poder de escolher novamente minha percepção e minha resposta continua disponível.”
AO FINAL DO DIA
Antes de dormir, pergunte:
QUE VOZ MAIS OUVI HOJE?
CONFUNDI MEDO COM ORIENTAÇÃO?
INTERPRETEI ALGUM ACONTECIMENTO COMO PUNIÇÃO DE DEUS?
CONSEGUI PERGUNTAR O QUE PODIA APRENDER?
EM QUE SITUAÇÃO ACREDITEI NÃO TER ESCOLHA?
QUAL ESCOLHA ESTAVA REALMENTE DISPONÍVEL?
TENTEI CONTROLAR ALGUÉM EM VEZ DE ESCOLHER MINHA PRÓPRIA RESPOSTA?
COLOQUEI ALGUM LIMITE COM AMOR?
CONSEGUI ESCOLHER NOVAMENTE DEPOIS DE ERRAR?
EM ALGUM MOMENTO EXPERIMENTEI, ALÉM DAS PALAVRAS, A IDEIA DE QUE DEUS É SÓ AMOR?
Finalize:
“DEUS É SÓ AMOR E, PORTANTO, EU TAMBÉM.”
Depois:
“TODAS AS COISAS SÃO ECOS DA VOZ POR DEUS.”
“O PODER DE DECISÃO É MEU.”
E novamente:
“DEUS É SÓ AMOR E, PORTANTO, EU TAMBÉM.”
LIÇÃO 171 — ESSÊNCIA
- A Lição 171 inaugura as práticas específicas da Revisão V e é estruturada em torno da afirmação “Deus é só Amor e, portanto, eu também.”
- A primeira ideia revisada é “Todas as coisas são ecos da Voz por Deus.”
- A segunda é “O poder de decisão é meu.”
- A frase “Deus é só Amor e, portanto, eu também” deve envolver cada ideia revisada, funcionando como princípio central de toda a revisão.
- A Revisão V orienta começar e terminar os períodos de prática com essa lembrança e levá-la também ao despertar e ao adormecer.
- As palavras são apresentadas como instrumentos para chamar a mente de volta ao propósito, e não como o objetivo final da prática.
- A convicção deve nascer da experiência produzida pela prática, e somos convidados a ir além das palavras até seu significado.
- “Todas as coisas são ecos da Voz por Deus” pode ser praticada como disposição para permitir que acontecimentos sejam reinterpretados pelo Amor, sem afirmar que Deus causou sofrimento, violência ou injustiça.
- “O poder de decisão é meu” não significa controlar todas as circunstâncias nem culpabilizar alguém pelo que lhe aconteceu; refere-se à possibilidade presente de trabalhar com percepção, resposta, limites e próximos passos.
- A ideia central da revisão conecta identidade e escolha: se Deus é só Amor e nossa verdadeira identidade vem Dele, podemos aprender a escolher respostas cada vez mais coerentes com o Amor.
- A pergunta central do dia é: “Que voz estou escutando e que escolha estou fazendo a partir dela?”
A MENSAGEM CENTRAL DE HOJE
Talvez você tenha acreditado:
em todas as vozes da sua mente.
Quando ela disse:
“Tenha medo”,
você acreditou.
Quando disse:
“Ataque”,
você acreditou.
Quando disse:
“Você não tem escolha”,
você acreditou.
Quando disse:
“Deus está contra você”,
talvez também:
tenha acreditado.
Hoje a Revisão V começa:
retirando de todas essas vozes a palavra final.
Ela oferece:
uma referência.
DEUS É SÓ AMOR.
Então pergunte:
“Essa voz que estou ouvindo combina com isso?”
Se ela exige:
crueldade,
talvez não.
Se exige:
autopunição,
talvez não.
Se diz:
que você é irreparável,
talvez não.
Se transforma:
Deus em ameaça,
talvez não.
E então vem:
a segunda lembrança.
O PODER DE DECISÃO É MEU.
Você não precisa:
acreditar em toda voz.
Não precisa:
obedecer a todo pensamento.
Não precisa:
reagir a toda emoção.
Pode parar.
Ouvir.
Discernir.
Escolher:
novamente.
Talvez hoje o milagre seja:
pequeno.
Um pensamento de medo:
que você questiona.
Uma mensagem agressiva:
que decide não enviar.
Uma interpretação:
que deixa aberta.
Uma situação:
em que percebe que ainda possui um próximo passo.
Uma lembrança de que:
Deus não é a voz da punição.
E cada vez que a mente se perder,
retorne:
DEUS É SÓ AMOR E, PORTANTO, EU TAMBÉM.
TODAS AS COISAS PODEM SER ENTREGUES A UMA NOVA INTERPRETAÇÃO.
O PODER DE DECISÃO É MEU.
POSSO OUVIR NOVAMENTE.
POSSO ESCOLHER NOVAMENTE.
DEUS É SÓ AMOR E, PORTANTO, EU TAMBÉM.
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